São Paulo, cidade aberta e 1932: A história invertida

Produtos > CD e DVD > Documentário > - São Paulo, cidade aberta e 1932: A história invertida

São Paulo, cidade aberta e 1932: A história invertida

Formato: Livro Impresso
Peso em Gramas: 500.00


De R$ 74,00
Por R$ 59,20

Quantidade:

Twitter
FaceBook

Documentário sobre a Revolução de 1924.

Na noite do dia 8 de julho de 1924, o general Isidoro Dias Lopes decide pela retirada para Jundiaí. O major Miguel Costa, da Força Pública Paulista, que liderava as tropas melhor apetrechadas do país, sublevadas desde o início, não aceita a decisão. Na manhã seguinte, o major é informado que o “presidente do Estado”, Carlos de Campos, fugira da cidade com as tropas governistas. São Paulo, a capital da oligarquia cafeeira, estava nas mãos dos revolucionários.

No filme “São Paulo, cidade aberta”, o episódio é resumido por um eloquente soco na mesa, dado por Miguel Costa ao saber da fuga de Carlos de Campos. No confronto com Isidoro, ele tivera razão.

Na segunda revolta tenentista – a primeira, a revolta do Forte de Copacabana, em 1922 – a oligarquia cafeeira não hesitou em destruir a sua própria capital com um selvagem bombardeio de artilharia pesada. 

A retirada até Foz do Iguaçu – e a fusão com os revolucionários gaúchos que daria início à marcha da Primeira Divisão Revolucionária, sob o comando de Miguel Costa, tendo Luís Carlos Prestes como chefe de Estado Maior – finalizou a Revolução de 1924. Entretanto, apenas seis anos depois, em 1930, os revolucionários triunfariam.

1932 - A história invertida

O ponto de partida do presente estudo foi uma insatisfação intelectual perante a explicação predominante sobre o Levante de 1932, que o atribui, essencialmente, quando não inteiramente, à vontade de “reconstitucionalizar” o Brasil. Consagrada nos livros didáticos, nas teses acadêmicas, no vocabulário dos políticos e dos jornalistas, esta fórmula adquiriu, principalmente em São Paulo, mas também alhures, a densidade de uma verdade do senso comum, de um fato histórico estabelecido. Junto com a bandeira de um interventor “paulista e civil”, a ideia, desenvolvida pelos próprios paulistas que participaram do levante, de que a motivação era a constitucionalização do país triunfou. Um breve exame cronológico mostra, porém, a insuficiência destas duas explicações. Propomos nas páginas deste livro uma revisão crítica das possíveis motivações do levante de julho de 1932.

Prazo de Entrega da Loja

2 dias úteis Somente após esse prazo o pedido será despachado para o correio.

Formas de Pagamento

Regras de Parcelamento

De R$ 0,00 até R$ 149,99 1 x

De R$ 150,00 até R$ 200,00 2 x

Acima de R$ 201,00 3 x

voltar